Examinando a metodologia think aloud (pensar em voz alta) (Parte I) validade, reactividade, veracidade e fiabilidade: o conceito, as vantagens e lacunas existentes
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Resumo
Este artigo, analisa uma das mais proeminentes metodologias de investigação; os métodos Think Aloud (Pensar em Voz Alta) que se desenvolveram na área de investigação de Língua Primeira (L1) e se ramificaram para a Língua Segunda (L2) e Língua Estrangeira (LE) e ainda para a área da leitura e compreensão. Essencialmente revisitam-se os métodos Think Aloud e os seus principais pressupostos aplicam-se os referidos métodos num estudo, testando a sua validade num contexto multilingue de Ensino de Inglês como Língua Estrangeira (EFL), nomeadamente Moçambique, explorando a história do conceito e a análise dos principais desafios com que se pode deparar quem se usa os TAM, principalmente no que diz respeito a reactividade e veracidade. No trabalho, também se discute as possíveis definições para o conceito de ‘reactividade’ e ‘veracidade’, conceitos que hoje em dia não apresentam definições claras e objectivas na literatura dos TAM e que seriam úteis para compreender melhor os métodos e seu LE. A forma como os aprendentes de Inglês como Língua Estrangeira variam em termos de sua competência linguística relativamente a um texto-alvo e outros, e às suas experiências individuais específicas na interpretação dos textos é de extrema importância nos estudos sobre os TAM (Simth e King, 2013) e de valiosa importância para nós podermos compreender o campo da leitura em Inglês como LE.
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